Estudos já demonstraram que a idade materna avançada pode comprometer a gestação ou mesmo a saúde do bebê. Isso ocorre devido ao envelhecimento dos óvulos, com os quais a mulher já nasce. Agora, cientistas fizeram uma associação entre paternidade tardia e ocorrências negativas para a prole e também para a mãe.

Ainda não é possível falar em causa e efeito, nem se sabe como essa interferência acontece, mas a relação é um alerta para homens e mulheres que decidem, cada vez mais, adiar o desejo de ter filhos.

Com base nos documentos do Sistema Nacional de Estatísticas Vitais, os pesquisadores analisaram os seguintes fatores em bebês: idade gestacional, peso ao nascer, índice de Apgar, internação em unidade de terapia intensiva neonatal e convulsões. Nas mães dessas crianças, foram consideradas diabete gestacional e pré-eclâmpsia.

Os resultados indicaram que, no geral, a paternidade tardia foi associada a um risco maior de parto prematuro, baixo peso ao nascer e baixo índice de Apgar. Este último é uma escala que avalia cinco sinais do recém-nascido: frequência cardíaca, esforço respiratório, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor.

Os resultados indicaram que, no geral, a paternidade tardia foi associada a um risco maior de parto prematuro, baixo peso ao nascer e baixo índice de Apgar. Este último é uma escala que avalia cinco sinais do recém-nascido: frequência cardíaca, esforço respiratório, tônus muscular, irritabilidade reflexa e cor.

FONTE: ISTOÉ
27/03/19 – Publicado às 10h50